Reavaliar o regime em cada etapa
PIS e Cofins dão lugar à CBS já em 2027. O ICMS e o ISS caem para 90% em 2029 e chegam a zero em 2033, enquanto o IBS cresce na mesma proporção.
A transição já começou. As decisões da sua empresa precisam acompanhar.
A escolha do regime, os créditos nas compras e o perfil dos clientes podem mudar sua carga tributária e sua margem. Simule cenários de 2027 a 2033 e conheça os pontos que exigem uma análise individualizada — da compra ao preço de venda.
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Prazo até 30/10/2026 para optar pela apuração regular de IBS e CBS. Não se confunde com ingresso no Simples ou com a escolha geral de regime.
Consultar orientação da Receita FederalPIS e Cofins dão lugar à CBS já em 2027. O ICMS e o ISS caem para 90% em 2029 e chegam a zero em 2033, enquanto o IBS cresce na mesma proporção.
Na nova lógica, o volume de compras com crédito e de vendas para outras empresas pesa de forma diferente do que a folha elevada e os poucos insumos. O resultado depende do perfil de cada negócio.
No Simples com IBS e CBS dentro do DAS, o cliente empresa aproveita apenas o crédito do valor recolhido. Isso pode afetar a competitividade das suas vendas para outras empresas.
Informe o faturamento e ajuste os três controles. O simulador compara, de forma ilustrativa, os quatro caminhos de 2027 a 2033, por cenário.
Estudo de impacto da Reforma Tributária
Resultado ilustrativo, calculado com os dados informados e premissas padronizadas, sujeito a alteração das alíquotas de referência e da regulamentação. Não constitui consulta, parecer, recomendação de regime nem promessa de resultado ou de economia. A definição do regime exige análise individual por profissional habilitado.
A Emenda Constitucional nº 132/2023 e a Lei Complementar nº 214/2025 instituíram a reforma da tributação sobre o consumo. PIS, COFINS, ICMS, ISS e IPI serão substituídos por um modelo de IVA dual, com a CBS (federal) e o IBS (estados e municípios), acrescido do Imposto Seletivo (IS) sobre bens prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.
A migração é gradual, de 2027 a 2033: em 2027 a CBS passa a ser cobrada e PIS e COFINS são extintos; o IBS é implantado progressivamente de 2029 a 2033, enquanto ICMS e ISS são reduzidos no mesmo ritmo, até a extinção.
Tributos atuais
Novo modelo · IVA dual + IS
* IPI praticamente extinto (mantido apenas em favor da Zona Franca de Manaus). 2027 CBS e fim de PIS/COFINS · 2029–2032 IBS sobe, ICMS/ISS caem · 2033 modelo pleno.
Este estudo compara a carga tributária estimada nos regimes Simples Nacional (com recolhimento de IBS/CBS dentro e fora do DAS), Lucro Presumido e Lucro Real, ano a ano, de 2027 a 2033. Os valores são estimativas direcionais, com base nas premissas informadas e nas padronizadas do modo rápido, e não substituem a apuração formal de cada período.
Estes são os parâmetros usados no cálculo.
A tabela separa a diferença de carga da empresa e o crédito potencial do cliente. O crédito pertence ao comprador e não reduz automaticamente o custo do fornecedor. Sua influência em preço e margem depende de elegibilidade, negociação e condições comerciais. Valores estimados por mês.
| Ano | Carga fora do DAS (Δ) | Crédito extra p/ cliente PJ | Menor carga própria | Leitura comercial |
|---|
Demonstrativos anuais. No Presumido a presunção é definida em lei. No Lucro Real, além da margem informada, a única linha estimada é a premissa de adições líquidas (+5%); a análise individualizada itemiza adições, exclusões e compensação de prejuízos com a ECF da empresa.
Colocamo-nos à disposição para esclarecimentos adicionais.
Atenciosamente,
O modelo completo é elaborado no escritório, em mesa de trabalho, com a análise de toda a documentação da empresa. Ele permite testar os cenários de regime, preço, margem e caixa e, conforme o caso, examinar saldos credores e valores potencialmente aproveitáveis. A existência de um direito e sua utilização dependem de comprovação e dos requisitos de cada tributo.
Etapa opcional. Informe nome e pelo menos um canal de contato. Os dados da simulação serão enviados junto com seu pedido para contextualizar o atendimento.
Da compra à venda final
O preço pode continuar o mesmo. A margem, não.
A formação do preço precisa considerar o custo efetivo das compras, os créditos tributários aproveitáveis, as despesas da operação e os tributos sobre a venda. Na análise individualizada, esses fatores são avaliados em conjunto para apoiar decisões de preço e margem durante a transição.
Examinar preço do fornecedor, frete, tributos e créditos elegíveis. Uma nota de menor valor não significa, por si só, menor custo líquido.
Confrontar o custo líquido com despesas, comissões e margem de contribuição. Comparar cenários ajuda a identificar onde o resultado pode ser pressionado.
Distinguir preço sem os novos tributos, valor total cobrado e eventual crédito do comprador. O efeito comercial varia entre empresas e consumidor final.
Aplicar um percentual único sobre o preço atual pode desconsiderar tributos substituídos, créditos e particularidades de cada operação. O objetivo da análise é avaliar a margem e a competitividade com os dados reais da empresa, sem pressupor aumento de preços ou ganho de lucro.
Nesta página, a calculadora apresenta uma visão agregada da empresa. Ela não calcula o preço ideal nem o impacto por produto. A avaliação de produtos, serviços e operações integra o escopo a ser definido na análise individualizada, com documentos e dados específicos.
Além da escolha do regime
O planejamento tributário também começa nos valores que sua empresa já recolheu.
A revisão das apurações dos últimos cinco anos pode identificar recolhimentos indevidos ou a maior e créditos ainda não aproveitados. A análise confronta documentos e critérios de tributação para verificar a existência desses direitos e as possibilidades legais de utilização.
Na preparação para a reforma, essa revisão se conecta ao tratamento dos saldos de cada tributo: origem, comprovação, procedimentos e efeitos no caixa. O período efetivamente revisável e a forma de aproveitamento dependem dos prazos e das regras aplicáveis a cada caso.
Os saldos existentes ao final de 2032 possuem disciplina própria de reconhecimento, homologação e utilização. Isso não deve ser confundido com uma regra geral de perda de créditos na reforma.
Base: LC 227/2026, arts. 132 e seguintesA calculadora não identifica nem quantifica créditos históricos. Essa verificação depende de análise documental e jurídica.
Indústrias que precisam revisar a precificação dos seus produtos. A análise por produto deve conectar insumos, custos de produção, créditos tributários e tributos sobre a venda, para avaliar a margem e a competitividade durante a transição.
A simulação mostra cenários. Os documentos revelam o que eles significam para a sua empresa.
Decidir apenas pelo faturamento ou pela menor alíquota pode deixar de fora fatores que alteram o resultado: o custo efetivo dos insumos, os créditos aproveitáveis, as despesas de produção, o perfil dos clientes e os requisitos de cada regime. Um cenário com menos tributos não assegura, isoladamente, maior margem ou melhor condição de caixa.
Para uma indústria, a diferença pode estar em cada produto. Itens vendidos pelo mesmo preço podem ter custos, tratamentos tributários e margens diferentes. A análise por produto ou família permite verificar onde a formação do preço precisa ser revista e como as compras, os tributos e as condições comerciais se relacionam.
Comparar os cenários com as atividades, os documentos e os requisitos reais da empresa, considerando cada etapa da transição e os custos envolvidos na decisão.
Confrontar custos, créditos, despesas e tributos sobre a venda. Avaliar se os preços e as condições negociadas continuam compatíveis com a margem pretendida.
Examinar as apurações dos últimos cinco anos e os saldos existentes, conforme o escopo contratado, verificando direitos, documentação, prazos e tratamento na transição.
Quais cenários são aplicáveis à empresa, quais premissas mudam a comparação, quais ajustes de preço e operação merecem avaliação e quais valores exigem verificação específica. A conclusão deve indicar as alternativas, seus limites e os próximos passos, com fundamento nos dados examinados.
O escopo é definido conforme a atividade, a complexidade e os documentos disponíveis. A análise não pressupõe economia, aumento de margem ou existência de créditos.
| Documento | O que revela na análise |
|---|---|
| Notas fiscais de entrada (NF-e de compras de mercadorias, insumos e ativo imobilizado) | Créditos de IBS e CBS que a empresa poderá aproveitar. |
| Notas fiscais de saída (NF-e e NFC-e de vendas) | Base dos débitos e divisão entre vendas a empresas e a consumidor final. |
| Notas fiscais de serviços prestados e tomados (NFS-e) | Peso do ISS atual e créditos sobre serviços contratados. |
| Conhecimentos de transporte, contas de energia, aluguel e telecomunicações | Despesas potencialmente elegíveis a crédito, conforme operação, fornecedor e requisitos legais. |
| Resumo da folha de pagamento e pró-labore | Peso da folha, que não gera crédito, e enquadramento nos anexos do Simples. |
| Faturamento mensal e apurações do regime atual (PGDAS-D e extrato do Simples, ou DCTF e EFD-Contribuições) | Carga tributária atual, usada como ponto de partida da comparação. |
| EFD ICMS/IPI (SPED Fiscal), quando houver | Detalhe de ICMS, IPI e substituição tributária por operação. |
| Balancete e DRE do período, ou ECD e ECF | Margem e lucro efetivo, para comparar Lucro Presumido e Lucro Real. |
| Benefícios fiscais e regimes especiais em vigor | Incentivos de ICMS ou ISS que serão reduzidos a partir de 2029. |
| Relação dos principais clientes e fornecedores, com o regime tributário de cada um | Quanto crédito a empresa transfere e recebe na cadeia. |
| Contratos de longo prazo com cláusula de preço | Necessidade de revisão de preços e de reequilíbrio. |
| Contrato social e cartão CNPJ | Atividades (CNAE) e eventuais impedimentos a cada regime. |
Alves & Correa Advogados
Registro da sociedade: OAB/SP nº 24.956
A avaliação jurídica parte dos documentos da empresa e das regras aplicáveis à sua atividade. O trabalho relaciona os dados da operação às alternativas tributárias, com indicação dos fundamentos, dos riscos e dos próximos passos.
OAB/SP 398.875
OAB/SP 446.942
O escopo e os documentos necessários são definidos no atendimento individualizado, conforme as particularidades de cada empresa.
O gráfico mostra quanto de cada tributo está em vigor em relação ao seu valor pleno. Base: LC 214/2025 e LC 227/2026.
| Ano | O que acontece | Reflexo na escolha do regime |
|---|---|---|
| 2027 | CBS passa a valer de forma plena. PIS e Cofins são extintos. IPI é zerado, salvo produtos ligados à Zona Franca de Manaus. Começa o Imposto Seletivo. IBS em alíquota de teste. | Primeiro ano de cobrança da CBS após a fase de testes. As decisões de preparação já ocorrem em 2026. Acaba a diferença entre PIS/Cofins cumulativo e não cumulativo. |
| 2028 | Mantém o desenho de 2027. | Ano de ajuste, com dados reais de crédito e débito. |
| 2029 | ICMS e ISS caem para 90% das alíquotas. O IBS sobe na mesma proporção. | Começa a perda gradual dos benefícios fiscais de ICMS e ISS. |
| 2030 | ICMS e ISS em 80%. | O peso do IBS cresce na formação de preço. |
| 2031 | ICMS e ISS em 70%. | Créditos de IBS ganham relevância no caixa. |
| 2032 | ICMS e ISS em 60%. Último ano dos tributos antigos. | Última revisão antes do modelo definitivo. |
| 2033 | ICMS e ISS são extintos. IBS e CBS em vigor pleno. | Regime definitivo. |
A alíquota de referência da CBS e do IBS para 2027 ainda será fixada pelo Senado Federal. Por isso a simulação trabalha com cenários.
Recomenda-se a verificação das datas aplicáveis a cada caso junto a profissional habilitado e à norma vigente.
Quatro cenários para comparação, sujeitos aos requisitos de enquadramento e às regras de cada atividade. As duas modalidades do Simples diferem na forma de apurar IBS e CBS.
Como funciona: mantém a guia única, com IBS e CBS recolhidos no DAS.
Ponto forte: simplicidade de apuração.
Atenção: o cliente empresa aproveita crédito apenas do valor recolhido no DAS, o que pode reduzir a competitividade nas vendas para empresas.
Como funciona: continua no Simples para os demais tributos e apura IBS e CBS pelo regime regular.
Ponto forte: permite créditos ao cliente pelo regime regular, observados os requisitos legais, e aproveita os créditos das próprias compras.
Atenção: mais obrigações de apuração e necessidade de controle de créditos.
Como funciona: segue existindo para IRPJ e CSLL. O PIS e a Cofins cumulativos dão lugar à CBS não cumulativa.
Ponto forte: previsibilidade na tributação do lucro.
Atenção: pesa mais para quem tem poucos insumos com crédito, como prestadores de serviço com folha elevada.
Como funciona: tributa o lucro efetivo e já opera na lógica de créditos.
Ponto forte: tende a favorecer empresas de margem reduzida ou com grande volume de aquisições tributadas.
Atenção: exige escrituração completa e controles mais rigorosos.
Não. Ela dá uma primeira visão com números aproximados e premissas padronizadas. A análise completa usa os documentos da empresa e considera particularidades como benefícios fiscais, regimes especiais, substituição tributária e o perfil real de clientes e fornecedores.
A alíquota de referência da CBS e do IBS para 2027 ainda será fixada pelo Senado Federal. Enquanto isso, trabalhamos com cenários e deixamos claro qual foi usado.
Nenhum. A comparação muda conforme o perfil da empresa, a proporção de vendas para outras empresas, o volume de compras com crédito, a folha e a margem, e muda também de um ano para outro durante a transição.
Os dados informados são usados para a finalidade desta simulação e do contato solicitado, conforme a política de privacidade. Os documentos enviados na análise individualizada são tratados com confidencialidade.
Use o botão ao final do resultado da simulação ou escreva para contato@alvesecorreaadvogados.com.br.